Quem toma a decisão de se tornar empreendedor no Brasil atual encontra um cenário complexo, competitivo e, para muitos, assustador. 

A verdade é que nossas formas de consumir, interagir e se relacionar com produtos e serviços mudou muito desde a virada do século. Mas será que você deve ter medo de perseguir esse sonho?

Empreender no século XXI

A Era Digital revolucionou a comunicação humana, conectou mercados globais e, para as pessoas com o olhar mais apurado, abriu um leque de oportunidades. 

Surgia uma nova perspectiva de ação para criar inovação, resolver problemas e tornar mais fácil o cotidiano das pessoas.

Essa noção de uma sociedade constantemente conectada trouxe grandes mudanças à forma de fazer negócios. Nessa nova era, as ações e a reputação de uma empresa, produto ou marca têm um alcance muito maior do que nos tempos pré-digitais. 

Isso significa um mercado cada vez mais competitivo e, por conseguinte, consumidores cada vez mais atentos à história, valores e impacto do produto ou serviço que consomem.

Empreender em tempos de COVID-19

Quem já era empreendedor antes da pandemia sentiu o impacto da súbita mudança que ela causou no mercado global. 

As necessidades criadas pela adoção de medidas sanitárias obrigaram muitos empreendedores a adaptar seus modelos de negócio.

Além disso, essa nova realidade de oferta e consumo de produtos e serviços acentuou algumas características marcantes dessa nova era dos negócios, como a alta competitividade, a necessidade de diferenciação e um grande foco no valor agregado ao produto.

Quem encontrou no momento pandêmico a oportunidade ou o desejo de começar o próprio negócio também precisou encarar um mercado que rapidamente consolidava um novo modo de comprar e vender produtos, tanto em ambientes físicos quanto digitais.

Estas novas formas de fazer negócio visam principalmente atender à necessidade de minimizar o contato físico, manter distância de outras pessoas, evitar aglomerações e reduzir contaminações pelo novo Coronavírus. 

Foram adotadas com rapidez e em larga escala novas tecnologias de pagamentos, comunicação, agendamento de compromissos e distribuição de produtos.

Muitas empresas precisaram reestruturar significativamente seus modelos de negócio, para adequar-se a uma realidade que se estabeleceu no mundo da noite para o dia. 

O pacto silencioso pela padronização dos sistemas tecnológicos fez com que algumas empresas e setores da indústria produzissem grandes lucros com as novas necessidades do mercado.

Se por um lado algumas indústrias se beneficiaram das novas necessidades, por outro vimos um grande impacto da pandemia em indústrias como a dos restaurantes, da aviação e do turismo. 

O distanciamento social reduz a capacidade operacional deste tipo de serviço, tornando-o menos lucrativo e exigindo do empreendedor mais visão de negócio e sensibilidade administrativa.

Como se tornar um empreendedor

Se você deseja se tornar um empreendedor, é importante contar com um arsenal de habilidades gerais e específicas. 

O empresário deve ter atenção a detalhes, facilidade de identificar características positivas e negativas de uma situação, determinação, sensibilidade e uma impecável capacidade de planejamento.

Além disso, o bom empreendedor deve ter visão de negócio, um olhar aguçado para problemas e oportunidades e muita criatividade para pensar em soluções sofisticadas e inovadoras para os problemas identificados. 

Ele se planeja para conquistar seus objetivos e está sempre consciente dos obstáculos que pode encontrar.

Quanto às operações do dia a dia, elas demandam do empreendedor a sensibilidade e temperança para lidar com pessoas: clientes, colaboradores, parceiros, fornecedores… Saber mediar conflitos e discussões é muito importante para manter um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

Visão de negócio e inovação

Inovação é a palavra de ordem para quem quer se tornar um empreendedor de sucesso. Inovar significa identificar novas oportunidades e propor novas soluções para antigos problemas coletivos e individuais. 

Esse tipo de pensamento impulsiona indústrias e proporciona grandes mudanças no nosso modo de vida, mas quem decide buscar a inovação está sempre assumindo riscos.

Inovar envolve necessariamente pensar novos jeitos de fazer certas coisas, e isso significa correr o risco de chegar a resultados desconhecidos, desagradáveis ou inesperados. 

Apesar disso, buscamos a inovação pois sabemos que boas ideias têm o poder de revolucionar o mundo.

Para o aspirante a empreendedor, assumir os riscos associados à busca pela inovação é um passo assustador, mas essencial na construção de um negócio de sucesso.

Quem inova se destaca em meio à concorrência, e pode acabar ditando tendências e estabelecendo um novo padrão na indústria.

Sabendo que é a inovação que garante o sucesso, o empreendedor deve sempre buscá-la. Mas isso não significa uma perseguição implacável: deve-se ter sensibilidade, minúcia e uma constante atenção aos riscos e variáveis envolvidas na sua operação.

Cálculo de riscos

Saber calcular os riscos é imprescindível tanto para novos empreendedores quanto para aqueles já estabelecidos. O ato de empreender sugere a eficiência e harmonia de um sistema que conta com múltiplos atores e variáveis. 

Do cliente ao colaborador, do empresário ao fornecedor, do mercado à economia, são longos e complexos fluxos que precisam ser perfeitamente ajustados para um bom funcionamento do negócio.

Mais do que identificar as perdas associadas ao insucesso de uma investida, o cálculo de risco envolve também analisar a proporção entre os benefícios de uma ideia e os esforços empreendidos para colocá-la em prática. 

Esse é o segredo para um negócio de sucesso, pois evita que o empreendedor faça exaustivos esforços que não tenham o retorno esperado.

Se esse fato parece desanimador, veja-o por outro lado: ser cauteloso e atento a riscos traz mais segurança para o seu empreendimento, garantindo que você possa perseguir seus objetivos com mais tranquilidade e estabilidade. 

Tendências de empreendedorismo

Durante a pandemia, o mercado ganhou novas características e passou a apresentar outras necessidades além daquelas já conhecidas. 

Nesse momento de fragilidade das relações sociais, da saúde e da economia, os padrões de consumo e as demandas dos consumidores mudaram de forma significativa.

Apesar do contexto delicado, quem enxergou na pandemia uma oportunidade de negócio deu a largada e saiu à frente dessa corrida por espaço no novo mercado. 

É o caso, por exemplo, dos trabalhadores que, após perder o emprego na pandemia, recorreram ao empreendedorismo e depositaram nele suas expectativas de mudança de vida.

Ainda que tenha afetado negativamente os mercados que não puderam, quiseram ou conseguiram se adequar às novas necessidades, essa grande mudança nos hábitos de interação e consumo alimentou muito o crescimento de determinados setores. Dentre eles, destacam-se os seguintes:

Delivery

Com a impossibilidade de acessar lojas e estabelecimentos físicos, recomendações de distanciamento social e grandes mudanças de rotina, o setor de transporte de produtos cresceu muito durante a pandemia.

Seja o almoço, as compras de supermercado, os produtos comprados em e-commerce ou até a ração do seu pet — quase todas as pessoas precisaram de serviços de transporte para alguma dessas finalidades durante a pandemia, o que aqueceu significativamente essa indústria.

Saúde, lazer e bem-estar

Os prolongados períodos de isolamento domiciliar e exposição controlada a multidões afetaram a saúde física e mental das pessoas ao redor do mundo. 

A falta de atividade física, de interação com outras pessoas e de diversidade na rotina levou a sociedade a um estado de depressão coletiva. 

Como resposta, vimos uma explosão no consumo de produtos e serviços voltados à saúde da pele, do corpo e da mente. 

Cosméticos, fitoterápicos, alimentos frescos e orgânicos, jogos, shows e festas virtuais e clubes de assinatura de produtos são outros dos setores que mais se beneficiaram da nova realidade. 

Além disso, o setor de eletrônicos como videogames, computadores e telefones celulares também foram alimentados pela busca do lazer e bem-estar durante a pandemia.

Produtos digitais

À medida que atribuímos à tecnologia cada vez mais responsabilidades e funções, novas oportunidades de empreendimento surgem também no ambiente digital. 

Aqui, a criatividade é o limite: vivemos uma verdadeira corrida em busca da inovação através de tecnologias como Inteligência Artificial e Internet das Coisas.

Aplicativos, programas de computador e plataformas web são algumas das formas mais comuns como empreendedores de todo o mundo apresentaram suas soluções para problemas novos e antigos. 

Este é um ótimo momento para empreendimentos no mundo digital, com um mercado favorável para quem busca criar soluções inovadoras usando a tecnologia a que temos acesso.

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